domingo, 12 de agosto de 2018

Quase 30% dos professores precisam de renda extra para pagar as contas

No Brasil, a profissão mais numerosa do país, que ocupa 2,2 milhões de pessoas, tem a maioria de seus profissionais insatisfeitos. Apenas três em cada dez estão felizes com todos os quesitos de seu ofício. De acordo com a pesquisa Profissão Docente — levantamento feito na Educação Básica pelo Todos pela Educação, em parceria com Itaú Social e Ibope Inteligência, entre os março e maio deste ano — 29% dos professores exercem uma segunda atividade para complementar a renda.
Esse é o caso da professora de Educação Física da rede estadual de ensino, Márcia Rodrigues, de 50 anos. Além de trabalhar em duas escolas de Cabo Frio (RJ), para conseguir manter as contas em dia, ela atua como personal trainer em academias e ainda aplica provas de concursos públicos.
Assim como os 78% entrevistados na pesquisa, que responderam que escolheram a profissão por afinidade, a professora de Biologia Andrea Piratininga, de 47 anos, percebeu ainda na faculdade que gostava de dar aulas. Entretanto, dos 20 anos como docente, 18 também foram de dedicação ao artesanato para complementar a renda.
— Faço desde bijuterias a bolsas e até reforma de móveis. Isso garante 30% da minha receita — contou.
Já a professora de Português Clarice Goldemberg, de 63 anos, há 22 concilia a rotina de lecionar com correções de texto para outros profissionais (com advogados), a fim de ter verba para seu lazer. A docente faz parte dos 48% que se sentem desvalorizados. Para ela, a falta de infraestrutura é um grande problema hoje em dia:
— Fora o salário, a sala de aula não é preparada para o professor: o ar-condicionado pinga, espumas fazem a vez de apagadores.
A pesquisa ainda revelou que 62% dos docentes querem aumento salarial, 64% esperam a restauração da autoridade e do respeito frente à comunidade escolar, e 69% desejam formação continuada para exercer o ofício de forma eficaz. Tamanha insatisfação se reflete em outro dado que influencia as próximas gerações: 49% não recomendam a profissão para os mais jovens.
A remuneração média no país, segundo os professores pesquisados, é de R$ 4.451,56, atualmente. Mas um em cada três professores têm contrato com carga horária de menos de 20 horas semanais, o que pode ter impacto na renda e também no cumprimento do 1/3 da carga horária prevista na Lei do Piso do Magistério para as atividades extra-classe. 
fonte:https://extra.globo.com/emprego/quase-30-dos-professores-precisam-de-renda-extra-para-pagar-as-contas-22953594.html

UMA ESTRATÉGIA PARA ILUDIR O ELEITOR COM PERPETUAÇÃO DA MESMICE NA POLÍTICA

Porque será que no Rio Grande do Norte todo político quer ter um filho político?
O senador José Agripino engatou Felipe Maia deputado federal, o governador Robinson Faria engatou o filho Fábio Faria, o senador Garibaldi Alves Filho engatou Walter Alves deputado federal, o deputado federal Anônio Jácome engatou Jacó Jácome deputado estadual, o ex-deputado estadual Elias Fernandes engatou Gustavo Fernandes deputado estadual, o prefeito de Natal Álvaro Dias vai engatando Adjuto Dias para deputado estadual, a prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini vai engatando kadu Ciarlini como candidato a vice-governador, o deputado estadual Ricardo Motta engatou Rafael Motta deputado federal, o ex-deputado estadual José Adécio vai engatando o filho Gustavo deputado estadual, a ex-deputada federal Sandra Rosadoengatou Larissa Rosado deputada estadual, o deputado estadual Getúlio Rêgo engatou Leonardo Rêgo na prefeitura de Pau dos Ferros, o ex-deputado federal Betinho Rosado engatou o filho Beto Rosado deputado federal, a ex-governadora Wilma de Faria (In memoriam) engatou Márcia Maia deputada estadual, o deputado estadual Nelter Queiroz engatou o filho George Queiroz prefeito de Jucurutu… UFA!
É verdade! Todo mundo quer o melhor para os filhos, não?
Ainda falta alguém? Deve faltar!
Ah! E ainda  tem a ‘PARENTADA’  de muitos políticos do Estado que ocupam ou ocuparam cargos públicos em gestões no Rio Grande do Norte todo. Depois em conto.
Por Robson Pires.

sábado, 4 de agosto de 2018

Imagens da Convenção do PCdoB em Natal com o Prof. Renier, pré-candidato a deputado estadual

O PCdoB/RN homologa na manhã de sábado 04 de agosto 18 candidaturas a deputado estadual, 05 a deputado federal, 01 suplente de senador e 01 vice-governador. Dentre os pré-candidatos que tiveram seus nomes homologados, está o professor Renier. O PCdoB caminhará juntamente com o PHS e o PT nas eleições 2018.



DOIS EDUCADORES: UMA PARCERIA

 O PCdoB e o PT são partidos que convergem em ideologias, ambos defendem um projeto nacional de desenvolvimento que atenda sempre aos reclames do movimento democrático e popular, como a reforma agrária, a universalização do acesso à saúde e à educação, os direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, a proteção ao meio ambiente, entre outros. Nesse sentido, os militantes dos dois partidos e seus parlamentares, cada um na sua seara, desenvolvem atividades alinhadas no propósito de um Brasil e, especificamente, um RN melhor. Fernando Mineiro, é professor, sempre lutou e luta em favor do(a) trabalhador(a), em especial, o(a) professor(a) e tudo que favoreça uma educação de qualidade no RN e no país. Comungando com Fátima Bezerra nesse propósito. Como pré-candidato a deputado estadual, Prof. Renier não poderia jamais deixar de reconhecer a importância de termos Mineiro na Câmara Federal, assumindo uma cadeira que foi de Fátima. Entendo que os educadores devem se dar as mãos e caminharem unidos no propósito de avançar na conquista de dias melhores para a educação no RN. Necessitamos de mais representantes da educação nas casas legislativas, isso é inadiável. Um filho de Lajes, com a cara e a coragem de um educador.

Miséria no Brasil: região Nordeste é a que mais sofre

Com o golpe de 2016 e a aprovação da Emenda Constitucional 95, Brasil volta a figurar no mapa da Fome. De acordo com relatório da Organização da Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), população do semiárido brasileiro volta a sentir a ausência de políticas estruturais para a região e sofre com o fantasma da fome. 
O “mapa” revela que, em 2017, a fome no Brasil voltou a crescer, reflexo dos cortes dos programas sociais que excluíram, por exemplo, 1,1 milhão do Programa Bolsa Família, o que representa 4,3 milhões de pessoas, a maioria crianças.
O país, que durante toda a sua existência sempre foi um caso complexo de pobreza extrema, começou a caminhar no sentido oposto ainda durante os governos de Lula (2003-2010), se tornando um exemplo mundial de combate à fome e à miséria, com programas de segurança alimentar, saúde básica, saneamento, educação, emprego e renda. E no primeiro governo de Dilma (2011-2014) o país saiu definitivamente do mapa da fome da ONU.
Com a gestão Temer, o Brasil volta a experimentar o sabor amargo da fome, miséria e desesperança. Corte de gastos em áreas sociais, desemprego em massa, sucateamento da educação e da saúde, precarização do trabalho e reforma trabalhista e a a ameaça da reforma da previdência apontam para um cenário ainda pior. 
FONTE:http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/miseria-no-brasil-regiao-nordeste-e-a-que-mais-sofre

Quase 30% dos professores precisam de renda extra para pagar as contas

No Brasil, a profissão mais numerosa do país, que ocupa 2,2 milhões de pessoas, tem a maioria de seus profissionais insatisfeitos. Apenas t...