sábado, 15 de setembro de 2018

PROFESSOR RENIER 65111 E MINEIRO 1333 EM Mãe Luíza (Natal)


PROFESSOR RENIER 65111 CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL EM CAMPANHA: REDINHA, MÃE LUÍZA

Com pouco tempo para contato com eleitores, neste processo eleitoral 2018, todos os candidatos têm que construir agenda observando maior contato possível com eleitores. O candidato a deputado estadual Professor Renier 65111 (PCdoB) tem, na medida do possível, estado presente onde Mineiro e Fátima Bezerra apresentam-se ao povo do RN. Abaixo fotos de momentos na Redinha, em Mãe Luíza e Mossoró (bandeiraços e panfletagens)









sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Setembro Amarelo: por que é importante debater um tema tão penoso como o suicídio?

Suicídio permanece como um tabu na maioria das sociedades no mundo, mas vem crescendo assustadoramente entre a juventude. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pessoa tira a própria vida a cada 40 segundos, com cerca de 800 mil suicidas anuais no planeta.

Por isso, a OMS transformou o 10 de setembro no Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, em 2003, para chamar a atenção ao tema. Em 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o Centro de Valorização da Vida e o Conselho Federal de Medicina, trouxeram ao país a campanha Setembro Amarelo.
“O principal objetivo do Setembro Amarelo é a conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e em todo o mundo”, diz texto sobre a campanha.
Os estudiosos defendem o diálogo como forma de enfrentar o suicídio. Mas "não podemos falar de forma errada. Não podemos glamourizar, nem ensinar técnicas", diz o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Psiquiátrica da América Latina.
Para Vânia Marques Pinto, secretária de Políticas Sociais da CTB, “a vida corrida que levamos hoje em dia, sem tempo para parar um pouquinho e refletir sobre os acontecimentos pode causar sofrimento além do que as pessoas imaginam poderem suportar"  e dessa forma "não enxergarem solução para as coisas, tomando atitude drástica”.
Como afirma a psicóloga, Karina Fukumitsu o suicídio “costuma ser cometido por alguém que está definhando existencialmente, que deixou de acreditar em sua própria capacidade de transformas a sua dor em amor”.
Dados do Ministério da Saúde mostram que o suicídio aumentou 73% no Brasil entre 2000 e 2016, passando de 6.780 para 11.736. E como diagnostica a OMS, essa já é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.
A depressão, transtornos mentais, envolvimento com drogas, violência doméstica, abuso sexual, bullying e intolerância são as principais causas do suicídio, segundo os psiquiatras. ”Atualmente tudo é visto como individual pelos setores hegemônicos da sociedade, então a pressão sobre as pessoas é enorme, essencialmente aos mais jovens’, acentua Vânia.
Para o psiquiatra Elton Kanomata a passagem da infância ao mundo adulto está cada vez mais comprimida e dificultada por uma sociedade voltada para o eu e isso pode causar muito sofrimento aos adolescentes, porque ness“Toda a parte mental deles está em desenvolvimento. A questão da resiliência e da capacidade de lidar com as frustrações podem não estar prontas”. Já o seu colega de psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva alega que a sociedade está “expondo esses cérebros em formação a vários tipos de estressores” e isso “leva à predisposição do aparecimento de doenças mentais, como a depressão”.
Já o psicanalista Mário Corso defende que não se deve romantizar o ato de suicidar-se e não tratar o suicida como herói. “Viver é que é difícil. Heroísmo é sobreviver, é ficar no mundo e ajudar os outros”, diz.
Por isso, “o Setembro Amarelo ganha mais espaços nas entidades envolvidas com o desenvolvimento da vida e do mundo do trabalho”, reforça Vânia. Porque, “o enfrentamento ao tema deve envolver toda a sociedade, principalmente o movimento sindical que está mais próximo das pessoas que mais necessitam de atenção e enfrentam as maiores dificuldades na vida”.a fase da vida tudo é muito intenso.
http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/setembro-amarelo-por-que-e-importante-debater-um-tema-tao-penoso-como-o-suicidio

terça-feira, 21 de agosto de 2018

É URGENTE A PRESENÇA DE MAIS PROFESSORES NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, DOS TRABALHADORES EM GERAL E DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM FAVOR DE UM RN QUE SE DESENVOLVA


COM A CARA E A CORAGEM DE UM EDUCADOR QUE É FILHO DO SERTÃO


Dino ressalta importância de decisão da ONU sobre direitos de Lula

O governador do Maranhão e candidato à reeleição, Flávio Dino (PCdoB), ressaltou a decisão da ONU sobre o direito de Lula ser candidato. Em publicação nas suas redes sociais nesta sexta-feira (17), Flávio Dino diz que a ratificação de um Tratado Internacional, “não é um mero compromisso moral”, mas obrigatório. “Estamos diante do risco de lesão irreparável a direitos políticos”, pontou.

O Comitê de Direitos Humanos da ONU acolheu pedido liminar e determinou ao Estado Brasileiro que “tome todas as medidas necessárias para que para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido político” e, também, para “não impedir que o autor [Lula] concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final”.
Ex-juiz federal, Flávio Dino alfinetou juristas brasileiros. “Estou curioso para saber se alguns juristas brasileiros, supostamente tão “globalizados”, vão negar eficácia a uma decisão emanada de órgão com jurisdição sobre o Brasil. Vai ficar bem esquisito”.

Flávio Dino: Oito novos grandes hospitais

Vivemos a mais profunda crise política e econômica da história do Brasil, infelizmente, com impacto em todos os âmbitos da vida em sociedade. Uma das áreas mais sensíveis, a Saúde, também vive esses efeitos. Dados do CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) do Ministério da Saúde, divulgados recentemente, mostraram que mais de 34 mil leitos foram fechados no país. Fico feliz que, enquanto isso, aqui no Maranhão, estamos conseguindo fazer o movimento contrário, aumentando a rede estadual. Agora temos oito novos hospitais regionais para atender o público. Foram 677 novos leitos, sendo 156 de UTI.

Por Flávio Dino*
Antes, tínhamos dois hospitais regionais, em Presidente Dutra e Coroatá. Hoje temos os hospitais de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Imperatriz, Bacabal, Balsas e Chapadinha, este último inaugurado semana passada, uma obra grandiosa que vai atender a toda a região do Baixo Parnaíba. Abrimos ainda o Hospital de Traumatologia e Ortopedia em São Luís, que já realizou mais de 50 mil atendimentos.
Agora sim temos uma verdadeira rede estadual de hospitais, que o Maranhão sempre precisou ter. Até pouco tempo atrás, havia imensas áreas totalmente esquecidas pelo governo do estado. Hoje, há uma rede distribuída territorialmente, visando atender de forma igual a todos os maranhenses. Nosso governo é assim: trata de forma igualitária a todos. Não cabe mais, hoje em dia, o pensamento que já vigorou de tratar os cidadãos de determinada região como invisíveis.
Construir essa rede foi uma tarefa difícil. Recebi obras inacabadas, que não foram concluídas por erros, desvios ou porque tinham medo do elevado custeio mensal. Como governamos com seriedade, conseguimos concluir as obras e iniciar os atendimentos. Onde antes havia esqueletos de obras, hoje há hospitais de verdade. Somente esse resultado já mostra a gigantesca mudança que realizamos na Secretaria de Saúde. E ainda temos muito o que fazer.
Com o HTO (Hospital de Traumatologia e Ortopedia), por exemplo, estamos realizando cirurgias em pessoas que estavam esperando há meses. Com sua inauguração, o antigo Hospital Geral foi transformado, de verdade, em Hospital do Câncer, possibilitando tratamento adequado aos pacientes de ambas as especialidades.
Nosso próximo passo, na Grande Ilha, será agora a construção do novo Hospital de Urgência e Emergência, que irá desafogar os Socorrões municipais. Já iniciaremos essa obra que representará grande conquista à população da Região Metropolitana.
Prova de que levamos a sério o que é sério. A maior obra de um governo são as pessoas e o que fazemos por elas. Cuidamos da saúde de todos, com trabalho, dedicação, empenho. Sem pirotecnias, apenas investindo o dinheiro público onde é necessário e não gastando em privilégios. Muito ainda há o que construir por nosso estado. Nesse caminho seguiremos.
*Flávio Dino é governador do Maranhão (PCdoB) e candidato a reeleição.