sexta-feira, 25 de julho de 2014

MISTÉRIO PÚBLICO EM AÇÃO


MINISTÉRIO PÚBLICO DE LAJES REÚNE EMPRESÁRIOS PARA AJUSTAMENTO DE CONDUTA QUANTO A LEI DA MEIA ENTRADA E ADEQUAÇÃO DOS ESPAÇOS

Aconteceu nesta quinta, 24/07/2014, uma reunião na Câmara Municipal de Lajes convocada pela Promotora de Justiça Drª Juliana Alcoforado de Lucena. Como a própria Promotora ressaltou, "ninguém estava ali como réu, mas como membros participativos de um ajustamento de conduta", com o objetivo de cumprir a lei da "Meia Entrada" e adequação às exigências previstas em lei para o funcionamento de casas de shows, organizações de festas, e outras atividades que cobrem ingresso.
Foram convocados para a reunião: empresários (donos de espaços e organizadores de eventos), membros do poder Legislativo, funcionários da Secretaria Municipal de Tributos, e membros da imprensa local para o registro do evento. Na ocasião ficou acordado o seguinte:


*O cumprimento quanto a Lei da Meia Entrada desde então, sob pena de multa aos organizadores de eventos ou ao dono do estabelecimento que descumprirem a lei; Esta prevê que 40% dos ingressos disponibilizados sejam para estudantes.
*Foi dado um prazo de 120 dias para que os donos de espaços onde possam realizar-se eventos com cobrança de ingressos, estejam regularizando a situação de seus espaços perante à Secretaria Municipal de Tributos, e em seguida viabilizar a regulamentação dos espaços perante aos bombeiros.
*O representante da Secretaria Municipal de Tributos se comprometeu junto aos donos dos espaços, em fazer um levantamento das medições destes, para que um arquiteto e engenheiro do município analisem.
*As senhas confeccionada para os eventos terão um carimbo da Secretaria Municipal de Tributos para assim facilitar a cobrança de impostos, o respeito à meia entrada e até mesmo inibir possíveis falsificações de ingressos. A mesma secretaria ficou de disponibilizar um fiscal para o cumprimento das exigências previstas em lei.

Vereador Felipe Meneses fazendo sua explanação sobre a Lei da Meia Entrada
                                                                               Drª Juliana Alcoforado expondo os temas da reunião
    Mesa reunida para o Ajustamento de Conduta

fonte: blog do cicero

quinta-feira, 24 de julho de 2014

imortal

Morre aos 87 anos o escritor Ariano Suassuna, o cavaleiro do sertão
Autor paraibano foi vítima de um AVC, em Recife, onde viveu a maior parte de sua vida
O escritor paraibano Ariano Suassuna morreu às 17h28m desta quarta-feira, aos 87 anos, vítima de uma parada cardíaca provocada pela hipertensão intracraniana. Ele estava internado no Real Hospital Português, em Recife, Pernambuco, desde segunda-feira, depois de sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico. O autor passou por uma cirurgia de emergência, acabou entrando em coma e não resistiu. Integrante da Academia Brasileira de Letras, Suassuna teve seis filhos e 15 netos. Defensor da cultura popular brasileira, era um dos maiores dramaturgos do país, além de autor de romances e poemas.
No dia 21 de agosto do ano passado, ele foi atendido no mesmo hospital por causa de um infarto, “com comprometimento cardíaco de pequenas proporções”. Uma semana depois, passou mal e voltou a ser internado, sendo submetido a uma arteriografia para corrigir um aneurisma que vinha lhe provocando fortes dores de cabeça.
Nascido em 16 de junho de 1927 em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, Ariano Vilar Suassuna era filho de João Suassuna, então governador de seu estado natal. Com o fim do mandato, um ano depois, toda a família se mudou para o interior.
O velho contador de histórias do sertão tinha apenas 3 anos quando um fato trágico marcou sua infância. No desenrolar da Revolução de 1930, um pistoleiro de aluguel assassinou seu pai com um tiro pelas costas, numa rua do Rio de Janeiro.
O assassinato foi motivado por boatos que apontavam o patriarca da família Suassuna como mandante da morte de João Pessoa, seu sucessor no governo, fato que serviu de estopim para a revolução. Um ambiente assim, com dívidas de sangue e rivalidade entre famílias, cobrava dos órfãos a vingança. Mas, um dia antes de ser assassinado, João Suassuna deixou uma carta aos nove filhos pedindo que eles não se tornassem assassinos por sua causa.
Ariano Suassuna obedeceu. Em vez disso, dizia estar perto de perdoar os criminosos que mataram seu pai. A mãe e viúva também ajudou, ao dizer que o pistoleiro responsável pelo crime já havia morrido (era mentira). Com a tragédia, a família mudou-se para a pequena cidade de Taperoá, no interior da Paraíba. E Ariano herdou a biblioteca do pai, onde encontrou livros importantes para sua formação. Um dos mais importantes, sem dúvida, foi “Os sertões”, de Euclides da Cunha. A obra lhe apresentou um dos personagens que mais marcaram sua vida: Antônio Conselheiro, profeta e líder de Canudos.
Em 1942, Suassuna foi para Recife concluir o ensino básico. Anos depois, na faculdade de Direito, ajudou a fundar o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, encenou sua primeira peça: “Uma mulher vestida de sol”. Nove anos depois, levaria aos palcos seu texto mais conhecido, “Auto da Compadecida”, que ganharia adaptações na TV e no cinema.
Por causa do teatro, deixou o Direito de lado seis anos após ter se formado. O romance surgiu mais tarde em sua vida. Em 1971, Ariano Suassuna lançou seu “Romance d’a pedra do reino e o príncipe do sangue vai-e-volta”, com nome comprido como seus cordéis tão adorados e pensado para ser uma trilogia. Com o livro, o escritor avança em relação à literatura regionalista dos anos 1930, representada por João Guimarães Rosa e José Lins do Rego. Mais tarde, Ariano Suassuna diria que “A pedra do reino” era, de certa forma, uma tentativa de trazer seu pai de volta à vida.
Havia quem acusasse o escritor de lutar contra moinhos de vento: o escritor se apresentava como um defensor da cultura popular brasileira, contra a invasão da indústria cultural norte-americana. Falava mal de Madonna e Michael Jackson. Não à toa, quando foi secretário de Cultura do governo Miguel Arraes, nos anos 1990, tornou-se um ferrenho opositor do maracatu eletrônico e do manguebeat. Ele se recusava, por exemplo, a chamar Chico Science, o vocalista da Nação Zumbi, pelo nome artístico.
 A defesa da cultura nacional, que muitas vezes lhe rendeu o rótulo de xenófobo, já vinha no sangue e no nome da família. Na onda nacionalista depois da Independência, em 1822, vários brasileiros adotaram nomes indígenas. Seu bisavô Raimundo Sales Cavalcanti de Albuquerque escolheu Suassuna, de origem tupi, e nome de um riacho da região onde a família vivia. Nos anos 1970, fazendo jus ao nacionalismo da linhagem, Ariano fundou o Movimento Armorial, que defendia a criação de uma cultura erudita com bases na cultura popular — e toda a sua obra orbita em torno desse ideal.
Em 1989, o sertanejo foi eleito para a cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono era Araújo Porto-Alegre. Sexto ocupante da cadeira, Suassuna nunca foi um imortal de frequentar os eventos da instituição. Era uma espécie de filho pródigo da ABL.

NOVA OBRA VINHA SENDO ESCRITA HÁ MAIS DE 20 ANOS
Para além de sua obra, o escritor paraibano ficou famoso também por dar aulas em que dissecava a cultura brasileira, as suas origens ibéricas, a tradição dos violeiros, dos cantadores, das rabecas, dos cordéis. Eram aulas-espetáculo. E a última foi na sexta-feira passada, no 24º Festival de Inverno de Garanhuns, a 230 quilômetros de Recife. O Teatro Luiz Souto Dourado ficou lotado, como sempre acontecia nesses eventos. Um dos motivos de tanto sucesso era o bom humor do escritor, uma de suas marcas. Não que tenha sido sempre assim. Suassuna atribuía o aparecimento do humor em sua vida ao encontro com Zélia, sua mulher há mais de 50 anos. Para Suassuna, ela havia “desatado alguma coisa” dentro dele. “O riso a cavalo e o galope do sonho são as duas armas de que disponho para enfrentar a dura tarefa de viver”, escreveu em “A pedra do reino”.
 Ariano Suassuna trabalhava em um novo livro havia mais de 20 anos, e dizia estar longe de terminar. Não era para menos. Seu processo de criação era lento: escrevia e reescrevia, várias vezes, à mão. Depois, copiava para a máquina de escrever e, só então, corrigia. Era aí que o escritor passava tudo a limpo, novamente à mão. Às vezes, descartava todo o material e voltava ao começo do processo. Como ilustrava os próprios livros e ainda parava para dar suas famosas aulas-espetáculo pelo país, demorava mais ainda. Sem título, o romance seria a continuação de “A pedra do reino”.
 Além do amor pela literatura, havia espaço para o futebol: seu time do coração era o Sport Club do Recife, que até o homenageou em seu uniforme em 2013 com uma frase que ele costumava repetir: "Felicidade é ser Sport". Suassuna tinha fama de pé quente.
 Entre as muitas homenagens que recebeu, uma das que mais o marcaram foi o desfile da escola de samba Império Serrano, que levou para a avenida o enredo "Aclamação e coroação do imperador da pedra do reino Ariano Suassuna", em 2002. "Um escritor que ama o seu país não pode querer homenagem maior que esta", disse.
Em 2007, ele assumiu a secretaria de Cultura de Pernambuco a convite do governador Eduardo Campos, e chegou a ocupar outros cargos até deixar o governo recentemente, em abril de 2014.
O ano de 2007 também foi marcado pela celebração dos 80 anos do escritor em todo o Brasil. As homenagens o levaram a viajar de Norte a Sul do país. Uma epopeia para um homem que, além de apreciar o sossego, detestava avião. Mesmo assim, o apaixonado e muitas vezes polêmico defensor da cultura popular brasileira seguia adiante. Mas brincava: se soubesse que chegar aos 80 anos daria tanto trabalho, teria ficado nos 79.

fonte: www.arteecultura.com.br

domingo, 13 de julho de 2014

eu defendo

Da Agência Senado: Plebiscito sobre federalização do ensino está em pauta no Senado

Em 11/07/14 as 12:01 pm
Está na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado o projeto do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que determina a realização de plebiscito nacional para consultar o eleitorado brasileiro a respeito da transferência para a União da responsabilidade pela educação básica.
Atualmente, cabe, em sua maior parte, aos estados e municípios, custear a educação infantil e os ensinos fundamental e médio.
De acordo com o Projeto de Decreto Legislativo 460/2013, a consulta deverá ser realizada simultaneamente com o primeiro turno das eleições deste ano, em 5 de outubro.
O cidadão deverá responder, com sim ou não, à seguinte questão: “O financiamento da educação básica pública e gratuita deve passar a ser da responsabilidade do governo federal?”.
Caso o projeto seja aprovado, o Congresso comunicará ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que expedirá as instruções para a realização do plebiscito.
Além disso, será assegurado tempo de TV e rádio para que partidos políticos e frentes suprapartidárias organizadas pela sociedade civil façam suas campanhas a favor ou contra a transferência.
Responsabilidades
Segundo o relator da proposta, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), estados e municípios são responsáveis por cerca de 80% dos recursos destinados à educação, enquanto a União, que detém para si mais da metade do bolo da arrecadação de tributos, participa com apenas 20%.
Como consequência, há disparidades na infraestrutura escolar pelo país afora, incapacidade de diversos governos estaduais e prefeituras para honrar o piso salarial dos professores; lacunas na oferta de vagas em creches; e inexistência de um padrão nacional mínimo de qualidade; entre outros problemas, observa Randolfe.
Favorável ao texto, o senador explica em seu relatório que federalizar não significa centralizar a gerência da educação básica nas mãos do governo federal, mas sim garantir a responsabilidade da União pelo seu financiamento.
A matéria, apresentada em dezembro de 2013, deveria passar somente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, onde era relatada pelo senador Pedro Taques (PDT-MT), mas por força de requerimento passará antes pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte e pela Comissão de Assuntos Econômicos.

terça-feira, 8 de julho de 2014

UM RECADO PARA OS PROPRIETÁRIOS DE CARROS COM SOM

Proposta pune donos de veículos estacionados que causarem poluição sonora


Enquadram-se na proibição sons de qualquer natureza e tipo, portáteis ou não, especialmente em horário noturno.

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6080/13, do deputado Junji Abe (PSD-SP), para proibir que veículos estacionados em vias públicas emitam sons e ruídos em volume acima do nível permitido pela legislação vigente. Enquadram-se na proibição sons de qualquer natureza e tipo, portáteis ou não, especialmente em horário noturno, incluindo buzinas nos casos em que não se caracterize como advertência no trânsito.
Dep. Junji Abe (PSD-SP)
Junji Abe
Pelo texto, em caso de recusa da ordem de baixar o som, a autoridade responsável pela fiscalização apreenderá provisoriamente o aparelho de som ou o veículo no qual ele estiver instalado, até o estabelecimento da ordem pública. O proprietário do veículo responderá por eventuais custas de remoção e estadia.
Não estão sujeitos à proibição os aparelhos de som utilizados em veículos automotores em movimento, veículos profissionais previamente adequados à legislação vigente e devidamente autorizados, e também veículos publicitários e utilizados em manifestações culturais, sindicais ou populares.
A proposta estabelece ainda que o descumprimento das normas será punido com as sanções previstas para infrações administrativas pela Lei 9.605/98, que incluem multa simples, multa diária e apreensão de equipamentos e veículos.
“Deixamos claro nos dispositivos que o interesse é estabelecer limites claros à poluição sonora provocada pelo uso abusivo, e insalubre, de aparelhos de som instalados em veículos automotores”, explicou o autor.
Tramitação
O texto será analisado conclusivamente pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
  fonte:  TV CÂMARA

Não deixe de ler. Incrível como 4 anos para vários políticos são suficientes para aumentarem enormemente suas fortunas. Acordem eleitores!

Filho de Agripino é o deputado federal mais rico do RN com patrimônio de R$ 15 milhões

Felipe tem recursos suficientes em dinheiro e investimentos para comprar todo o patrimônios de Dilma e Aécio

IMG_0312O presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves, do PMDB, tem um patrimônio maior que os três principais candidatos à presidência da República, Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) juntos. Contudo, depois de 11 mandatos consecutivos em Brasília, Henrique não é, pelo menos oficialmente, o deputado federal mais rico do RN. Esse posto é de Felipe Maia, filho do senador e presidente nacional do DEM, José Agripino Maia. O democrata tem um patrimônio de, aproximadamente, R$ 15 milhões.
O valor declarado para as eleições deste ano é R$ 7 milhões maior que o patrimônio que Felipe Maia declarou em 2010, quando foi reeleito deputado federal pelo DEM. Contudo, o fato de ter dobrado, em quatro anos, o já milionário patrimônio, não é a única coisa que chama a atenção – até porque boa parte dos candidatos também fez o mesmo. O que se destaca mesmo nas informações de renda de Felipe Maia, disponibilizadas pela Justiça Eleitoral (por meio do DivulgaCand, do TSE) são as diversas aplicações financeiras e os mais de R$ 500 mil em dinheiro em espécie que o parlamentar guarda.
Sobre as aplicações, Felipe Maia tem R$ 219 mil na poupança do Banco Safra; R$ 9,8 mil em conta corrente do Banco do brasil; R$ 245 mil em aplicação de renda fixa no Bic Banco; R$ 1,4 milhão em aplicação de renda fixa no Banco Safra; R$ 1,1 milhão em aplicação no Banco Safra; R$ 5,2 milhões em aplicação no Banco Santander; R$ 1,2 milhão em outra aplicação no Banco Safra; R$ 941 mil em aplicação do Santander; R$ 560 mil em letra de crédito agropecuário do Banco Safra; R$ 160 mil em crédito imobiliário no Banco Safra; R$ 99 mil em depósito em conta corrente no Banco do Brasil; R$ 3,3 mil em conta corrente de outra conta no BB; R$ 942 mil em fundo de investimento no Santander; e R$ 212 mil em investimento em letras hopotecarias também no Banco Safra.
Isso quer dizer que, dos R$ 15 milhões de patrimônio declarado de Felipe Maia, cerca de R$ 13 milhões são só em dinheiro vivo, crédito em contas bancárias e aplicações financeiras. Com esse valor, o filho de José Agripino poderia, por exemplo, comprar todos os bens divulgados por Henrique Eduardo Alves à Justiça Eleitoral, uma vez que o candidato do PMDB tem um patrimônio de R$ 12 milhões – e nenhum dinheiro em espécie ou aplicações financeiras.
O dinheiro de Felipe Maia também seria suficiente para que o democrata, que está no seu terceiro mandato na Câmara Federal, adquirisse os bens dos três principais candidatos a presidência da República – todos juntos daria cerca de R$ 4 milhões em patrimônio. E ainda sobraria para comprar boa parte dos bens de Robinson Faria, candidato do PSD ao Governo do Estado e que tem um patrimônio orçado em R$ 8 milhões.
OUTROS BENS
Além desse dinheiro aplicado, Felipe Maia, que é um dos donos de uma das principais empresas de querosene de aviação do Nordeste, tem também três apartamentos (um deles avaliado em R$ 853 mil, em Areia Preta); dois lotes, um no Alphaville e outro no condomínio Punta del Mar; percentuais em terrenos na zona Norte de Natal; e três carros, sendo um Civic, um Land Rover Evoque e um Duster.
Felipe Maia também tem participações na Hyndra Investimentos Imobiliários; LFC Motos e Veículos; Tropical Produções LTDA; Avigas Nordeste; AF. Participações e Empreendimentos; Radio Curimatau de Nova Cruz; Alagamar Rádio Sociedade; Comav – Comércio de Combustíveis para Aviação; North Beach Empreendimentos; e Sociedade Radio a Voz do Seridó.
EVOLUÇÃO PATRIMONIAL
Com tudo isso, significa dizer que só nos últimos quatro anos, Felipe Maia conseguiu dobrar seu patrimônio, sobretudo, graças as aplicações financeiras. Em 2010, quando foi candidato a deputado federal pela segunda vez, Felipe Maia tinha R$ 7,4 milhões declarados junto à Receita Federal. Eram R$ 450 mil em dinheiro em espécie guardados pelo filho de Agripino.
A evolução de bens de Felipe Maia e de todos os outros candidatos nas eleições deste ano estão disponíveis no portal DivulgaCand 2014, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e são públicas, podendo ser acessadas por todos os eleitores.
Patrimônios de Fábio Faria, Betinho Rosado e Paulo Wagner também dobraram em quatro anos
A bancada potiguar na Câmara Federal passará, obrigatoriamente, por uma reformulação em 2015. Afinal, dos oito deputados federais que o Rio Grande do Norte tem na Casa Legislativa de Brasília, três não serão candidatos: Henrique Alves (vai disputar o Governo); João Maia (será vice de Henrique) e Fátima Bezerra (disputará o Senado). E, observando as candidaturas à reeleição dos outros nomes, é possível constatar que não foi só Felipe Maia que dobrou o patrimônio pessoal em quatro anos de mandato. Fábio Faria (PSD), Betinho Rosado (PP) e Paulo Wagner (PV) também conseguiram multiplicar seus bens.
O filho de Robinson Faria, candidato ao Governo do Estado pelo PSD, declarou à Justiça Eleitoral ter, hoje, um patrimônio de R$ 5 milhões. Há quatro anos, tinha R$ 1,9 milhão de bens em nome dele. Betinho Rosado, do PP, cunhado da governadora Rosalba Ciarlini, do DEM, tem hoje R$ 2 milhões de patrimônio e, quando foi candidato em 2010, tinha “apenas” R$ 499 mil em bens. Paulo Wagner, que recentemente pediu aposentadoria por invalidez na Câmara, mas mesmo assim será candidato a reeleição, tem atualmente um patrimônio de R$ 1,3 milhão. Quatro anos atrás, o parlamentar do PV possuía R$ 430 mil em bens.
Com relação à declaração de bens de Fábio Faria, destaque para as ações e participação no capital da academia Aibodytech, que representam mais de R$ 3,5 milhões do orçamento do deputado federal do PSD. Há quatro anos, a academia Athletica LTDA (que se tornou Bodytech) estava avaliada em, apenas, R$ 70 mil, de acordo com a declaração de imposto de renda do parlamentar federal, que também tinha participações nas firmas Documentos e Delivery LTDA, North Beach LTDA e Quatro por Quatro LTDA – não há, hoje, registro de participação dele nessas empresas.
Por outro lado, o filho de Robinson continua com um apartamento situado na avenida Governador Sílvio Pedrosa, orçado em R$ 1,2 milhão, um terreno no condomínio Lago do Mato, em Macaíba, de R$ 27 mil, e participação na empresa FDois Comunicação e Entretenimento, avaliada em R$ 19,5 mil. Fábio também tem R$ 85 mil em dinheiro vivo, fora esses bens descritos. Não existe registro de carros ou aplicações financeiras atualmente em nome do deputado do PSD.
No caso de Betinho Rosado, destaque para o “saldo de economias” no valor de R$ 1,2 milhão que o deputado declarou ao imposto de renda. O irmão de Carlos Augusto Rosado, secretário-chefe do Gabinete Civil, tem também participações na empresa Somapetro e na empresa Marisal LTDA, ambas em Mossoró. Betinho Rosado possui, ainda, 300 cabeças de gado avaliada em R$ 30 mil.
Ex-secretário estadual de Agricultura, Betinho Rosado também declarou possuir três propriedades rurais no município de Governador Dix-Sept Rosado, com um valor consideravelmente baixo, apesar de serem bastante extensas. A maior tem 554 hectares, mas custa apenas R$ 5,5 mil. Outras duas, de 115 hectares, custam o mesmo valor: R$ 3 mil.
Paulo Wagner, do PV, saiu de R$ 430 mil em 2010, para R$ 1,3 milhão em 2014. Destaque para os automóveis que ele possui registrados em seu nome, sendo um Land Rover Discover, avaliado em, surpreendentes, R$ 32 mil, e um Hyundai HB20, que custaria R$ 741 mil – provavelmente, aí, um erro na declaração de imposto de renda do parlamentar.
João Maia reduz patrimônio de R$ 14 milhões para “apenas” R$ 2,3 milhões
De maneira geral, os políticos têm um incremento do patrimônio depois que conseguem cargos eletivos. Os deputados federais Felipe Maia (DEM), Fábio Faria (PSD), Betinho Rosado (PP) e Paulo Wagner (PV) são exemplos disso. O colega deles na Câmara Federal, João Maia (PR), porém, é uma estranha exceção. Em quatro anos, ele teve o patrimônio reduzido seis vezes: saiu de R$ 14 milhões em 2010, para cerca de R$ 2,3 milhões em 2014.
Aparentemente, os motivos para isso são vários. João Maia apresentou redução em, praticamente, todos os tipos de patrimônio que possui. Os imóveis, por exemplo, reduziram de um valor de, aproximadamente, R$ 2 milhões, para R$ 920 mil. O apartamento que possuía, por exemplo, no edifício Aldebaran (agora interditado devido ao deslizamento de terra ocorrido em Areia Preta), foi repassado, o que representou, sozinho, uma redução de quase R$ 1 milhão no patrimônio do deputado federal candidato a vice-governador na chapa de Henrique Alves.
Não foi só. Dono de sete carros em 2010, sendo dois deles Pajeros (avaliados em mais de R$ 250 mil cada), dois caminhões e uma Land Rover, João Maia tem, agora, apenas cinco. Além disso, o deputado federal também perdeu boa parte dos fundos de investimentos registrados no Bando do Brasil, que lhe faziam ser responsável por mais de R$ 10 milhões em dinheiro. Hoje, o parlamentar tem registrado “apenas” dois créditos bancários (um deles pela venda do Aldebaran), no valor de R$ 360 mil, e menos de R$ 10 mil em contas correntes.
Pelo menos, ainda restaram a João Maia participação em boa parte das empresas que ele tinha desde 2010. O vice de Henrique Alves continua, por exemplo, dono de parte da Empresa Maia Assessoria Empresarial; JSM Consultoria Comercial; Estação Jardim Fim; Maxtran Empreendimentos e Participações; Estação JJ&A; Ponta d’Água e Pipa Empredimentos e Incorporações.
Deputado estadual do PSD tem patrimônio de R$ 34,5 milhões
O deputado estadual José Dias, candidato a reeleição pelo PSD, tem o maior patrimônio daqueles que disputam as eleições 2014 no Rio Grande do Norte. São R$ 34,5 milhões em bens, boa parte deles, resultantes de títulos de dívidas agrárias, que chegam a representar mais de R$ 6,5 milhões do patrimônio do parlamentar estadual.
É claro que, com uma fortuna de R$ 34,5 milhões, José Dias não tem só os títulos de dívida agrária como bem. O deputado estadual tem também R$ 2,7 milhões em saldo de aplicações de agronegócios; R$ 1 milhão de aplicações em agronegócio; R$ 846 mil de custodia de ações do Banco do Brasil; R$ 3,3 milhões em letra de crédito de agronegócio; e R$ 2,3 milhões em saldo de letras de crédito imobiliário.
Além disso, José Dias tem 30 imóveis registrados em seu nome (boa parte deles, com preços desatualizados, o que mostram que o patrimônio do parlamentar pode ser ainda maior que o divulgado). São cinco sítios, oito loteamentos no Parque das Árvores, seis casas, seis terrenos e quatro propriedades rurais, sendo duas em Macau, uma em Macaíba e uma em Carnaubais. O mais valioso? Um loteamento em Barra Nova, Nísia Floreste, avaliado em R$ 2,4 milhões.
José Dias tem ainda no nome dois carros de luxo estilo Land Rover, um Volvo e um Gran Vitara, que somados ultrapassam a casa dos R$ 500 mil. Ações do Banco do Brasil, Mendes Júnior, Ferbase, Copene e Embratel, além de joias no valor de R$ 250 mil e mais uma adega de vinhos e bebidas nacionais e internacionais, avaliada em R$ 50 mil, completam o patrimônio do parlamentar.

FONTE:http://jornaldehoje.com.br/filho-de-agripino-e-o-deputado-federal-mais-rico-rn-com-patrimonio-de-r-15-milhoes/

domingo, 6 de julho de 2014

ABSURDO...! SERÁ QUE ENCONTRARAM A LÂMPADA DO ALADIM.

 ANTES QUE VC LEIA O TEXTO ABAIXO, EU TE PERGUNTO? QUAL FOI O TRABALHADOR QUE ENRICOU TANTO EM TÃO POUCO TEMPO?

O filho do senador José Agripino, deputado federal do DEM e candidato à reeleição, Felipe Maia, é mais rico do que o candidato a governador do RN e atual deputado federal, Henrique Alves, do PMDB.
Felipe declarou à Justiça Eleitoral, um patrimônio de R$ 15.488.385,08. Uma fortuna em mais de R$ 3 milhões superior do que a de Henrique, que é de R$ 12.284.019,98.
O bem mais valioso do democrata, segundo informado por ele à Justiça Eleitoral, é um apartamento no edifício Mozart Romano, localizado na rua Pinto Martins, em Areia Preta – Natal, que vale R$ 853.563,12.
Já a candidata à senadora pelo PSB e ex-governadora Wilma de Faria, é mais rica que o candidato a presidente pelo seu partido, o ex-governador Eduardo Campos. Ela declarou à Justiça Eleitoral, um patrimônio de R$ 1.036.820,81 – quase o dobro do valor dos bens de Campos – que valem R$ 520.626,04.
Comparada a Henrique Alves, a riqueza de Wilma é quase 12 vezes inferior à fortuna do seu aliado e candidato a governador do RN.
Por sua vez, o candidato a governador do RN pelo PMDB, deputado federal Henrique Alves, é mais rico do que os três principais candidatos a presidente: Dilma, Aécio e Campos. Ele declarou à Justiça Eleitoral, um patrimônio de R$ 12.284.019,98. A fortuna de Henrique é quase três vezes maior que a soma dos bens declarados pelos três presidenciáveis que totaliza R$ 4.763.198,33.
Em 2010, quando Henrique Alves disputou o mandato de deputado federal, ele declarou bens no valor de R$ 5.584.304,96. Neste ano, o valor total dos bens passou a mais de R$ 12 milhões (um crescimento de 119,97%). A declaração de bens deve, obrigatoriamente, ser apresentada à Justiça Eleitoral por quem deseja disputar um cargo eletivo. Após ser entregue, torna-se um documento público.
O bem mais caro de Henrique Alves é um apartamento residencial no edifício Belo Monte – Petrópolis em Natal que ele declarou valer R$ 3.473.372,75. O segundo bem mais caro é sua participação no capital da sociedade de Televisão Costa Branca que ele diz valer um pouco mais de R$ 2 milhões.
fonte: blog do VT

Papa ganha Lamborghini e decide leiloá-lo

O Papa Francisco foi presenteado nesta quarta-feira com um modelo especial da marca de automóveis de luxo Lamborghini, de cor branca, que ...