terça-feira, 27 de outubro de 2015

Secretário da Educação Francisco das Chagas recebe CTB Educação

CTB Educação em audiência com Secretário da Educação Francisco das Chagas dialoga sobre a situação dos concursados SEEC 2011, o novo concurso e a situação da educação no Rio Grande do Norte.
O Secretário informou que a executora do próximo concurso vai ser o IDECAN http://www.idecan.org.br/, Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional, como também não vai haver ponto de corte em relação a quantidade de aprovados, sendo este somente por nota.
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Obtivemos a garantia de que serão pagos 1/3 de férias em janeiro, que não vai haver retenção de aposentadorias e licenças prêmio, sendo que o Secretário Francisco das Chagas informou haver atualmente 1000 pedidos de aposentadoria.
Afirmou ainda que atualmente não existem vagas e que as que existirem serão preenchidas por concursados e concursadas do Edital 2011, enquanto houverem aprovados com o concurso dentro da validade,  comprometendo-se a chamar os concursados e concursadas do Edital 2015 somente após 26 de fevereiro de 2016.
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Acordamos buscar solução para os laboratórios de informática da SEEC/RN, através de visita ao setor responsável pelo PROINFO, buscando esclarecimentos sobre a situação dos laboratórios, levando casos específicos e solicitando encaminhamento para abertura dos espaços de inclusão social e utilização das TICS nas escolas, estaremos marcando com o setor responsável nos próximos dias. Ficou acertado a  realização de uma nova reunião para que a CTB EDUCAÇÃO entregue uma pauta com as reivindicações que temos com relação ao concurso e para a melhoria da educação do RN.
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A audiência de hoje foi agendada pelo Presidente da CTB Moacir Soares onde estiveram presentes os Professores e Representantes da CTB EDUCAÇÃO, Adna Cristina Menezes Alcântara de Oliveira, Alessandro da Silva Maia, João Maria Oliveira, Jocelin de Lima Bezerra, Marize de Vasconcelos, Olívia Florêncio de Carvalho e Renier Luiz Martins Mendes.
A CTB Educação mantém a mobilização e organização para garantir a contratação dos concursados SEEC 2011, e pela melhoria da educação no Rio Grande do Norte.

sábado, 24 de outubro de 2015

Prefeito deixa de investir no carnaval e usa verba para instalar ar em escolas do municipio

http://goo.gl/0AGq0B | No ano de 2014 o prefeito de Passo Fundo – RS, Luciano Azevedo (PPS), resolveu cancelar qualquer pagamento para as escolas de samba e decidiu aplicar nas escolas municipais os R$ 400 mil que estavam reservados para o Carnaval.

O dinheiro irá todo para a compra de aparelhos de ar condicionado e não para escolas de samba, com o dinheiro ele instalou cerca de 400 ar-condicionados nas salas de aula das escolas de educação infantil.

Os passo-fundenses dizem que não se pode perder a esperança nas atitudes de políticos que ainda possuem senso de clareza ao que se deve realmente ser feito com o dinheiro público e que acabou a palhaçada de investir no carnaval de rua, no qual apenas gera violência, bagunça e desordem! Fica a dica ao nosso prefeito.

O carnaval na nossa avenida é um grande exemplo de desperdício e que com certeza os moradores se sentem extremamente incomodados, por que pagam os seus impostos e o mínimo querem esperar  que se haja um consenso no investimento publico para o alto público e não para agradar uma minoria em nome de uma tradição que vem morrendo a cada ano.

Os pais de alunos que tiveram os seus filhos beneficiados com ar-condicionados em suas escolas estão felizes e agradecem a prefeitura.

Foi feito um plebiscito na cidade para que a comunidade de Santo Inácio, se expressasse sobre a ação do prefeito em não investir em carnaval e sim em escolas, a população aprovou a atitude positiva do gestor.

Fonte: portaldolitoralpb.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

LAMENTÁVEL INFORMAÇÃO PARA A PÁTRIA EDUCADORA

 Brasil é número um em mau comportamento na sala de aula, indica pesquisa
Os estudantes brasileiros lideram o ranking de indisciplina na sala de aula. É o que sinaliza relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A pesquisa internacional sobre ensino e aprendizagem, conhecida pela sigla Talis, aponta que o mau comportamento prejudica as instruções dos professores e absorção de conteúdo.
Entre os 34 países que participaram do Talis em 2008 e 2013, são os docentes brasileiros que dizem gastar mais tempo para manter a ordem em sala de aula. Em 2008, eram 18%. Já em 2013, essa porcentagem subiu para 20%, quando a média internacional foi de 13% nos dois períodos.
Mais de 60% dos professores no país relataram ter mais de 10% de alunos com problemas de mau comportamento. Situação parecida acontece com o Chile e o México. Nos dois países, os professores também afirmaram enfrentar essas questões em sala de aula. Por outro lado, no Japão, pouco mais de 10% dos professores indicaram lidar com interrupções dos estudantes.
Todavia, segundo a pesquisa, a indisciplina é generalizada no Brasil. Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, os números de estudantes com mau comportamento são quase os mesmos nas escolas públicas ou particulares. A diferença foi de apenas três pontos.
Menos tempo
Além das interrupções pelos estudantes, há outras fontes que atrapalham o desempenho no ambiente escolar como lista de chamada, informações da escola e reuniões. Essas atividades consomem ainda mais o tempo de aprendizado e nesse quesito o Brasil também aparece em primeiro lugar. O Talis 2013 mostra que é de 33%, na média, o tempo de não instrução relatado pelos professores brasileiros. A média é de 21% entre todos os países participantes.
Outro ponto importante mencionado na pesquisa é a carência desses profissionais. Com poucos disponíveis em sala de aula, o número de alunos por classe aumenta. O que torna o ambiente pouco favorável para o aprendizado.
FONTE:  http://www.amambainoticias.com.br/educacao-e-cultura/brasil-e-numero-um-em-mau-comportamento-na-sala-de-aula-indica-pesquisa

domingo, 18 de outubro de 2015

USP vai entregar pílula contra câncer pelo correio

Mesmo sem propriedades comprovadas, fosfoetanolamina sintética será entregue a 742 pacientesSão Paulo (AE) - Com o aumento da procura e a correria ao campus de São Carlos (SP), a Universidade de São Paulo (USP) resolveu enviar pelo correio, a partir de agora, a fosfoetanolamina sintética, substância que muitos pacientes acreditam ser capaz de combater o câncer. Com isso, os doentes beneficiados até agora por 742 liminares terão de aguardar a fórmula em casa. A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica pretende apelar ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a distribuição.

A procura ocorre no Instituto de Química de São Carlos (IQSC), que na sexta (16), divulgou um comunicado e uma cartilha com perguntas e respostas para orientar as pessoas. O material informa que ninguém deve ir buscar a substância no campus, mesmo quem obteve autorização judicial. “O IQSC será notificado da liminar por oficial de Justiça e encaminhará a substância via Sedex/AR no endereço constante na petição inicial. O serviço do correio será cobrado do destinatário”, diz a nota.
Mesmo sem propriedades comprovadas, fosfoetanolamina sintética será entregue a 742 pacientes

O instituto informa ainda que a encomenda “não é acompanhada de bula ou informações sobre eventuais contraindicações e efeitos colaterais”. E ressalta que “não dispõe de médico e não pode orientar nem prescrever a utilização da referida substância”. Também garante não possuir “dados sobre a eficácia no tratamento dos diferentes tipos de câncer em seres humanos”.

Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Evanius Wiermann diz que a entidade pretende procurar o STF para tentar reverter a distribuição. “Estamos nos movimentando para tentar sensibilizar o Supremo Tribunal Federal (STF). O que nos preocupa é o uso de uma droga sem segurança comprovada. Essa situação está criando uma jurisprudência para que qualquer pessoa use uma substância que não tem comprovação científica.”

A fosfoetanolamina foi estudada pelo professor aposentado Gilberto Orivaldo Chierice, que era ligado ao Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros. Na ocasião, segundo o IQSC, algumas pessoas chegaram a usar a substância como medicamento, o que era permitido pela legislação. Daí teriam surgido as primeiras informações de que a fórmula combateria o câncer. Desde o ano passado, qualquer droga experimental somente pode ser testada com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Um homem chegou a fabricar a substância em casa e acabou preso.

O instituto informou ainda que não distribui a fosfoetanolamina, porque a USP não assumiu a titularidade das pesquisas de Chierice. Entretanto, como tem capacidade de produção, o IQSC tem sido obrigado pela Justiça a fazer a droga sintética. A substância não foi testada clinicamente. O criador diz que chegou a acionar a Anvisa e não obteve retorno. Já o órgão divulgou nota nesta semana para garantir que nunca foi procurado para qualquer análise.

Segundo Chierice, o organismo produz a fosfoetanolamina. “O que fizemos foi sintetizar isso, em alto nível de pureza e em grande concentração.” Ele tem a patente da fórmula no Brasil.

Diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, Paulo Hoff afirma que os estudos clínicos são essenciais para que a vida dos pacientes não seja colocada em risco. “O estudo determina os efeitos colaterais, a melhor administração e as indicações de medicação. Isso vale para um antibiótico e para um remédio contra o câncer. É o que dá noção de eficácia e segurança para ser usado.”

De acordo com Felipe Ades, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein, uma substância não pode ser considerada um medicamento sem que estudos em seres humanos sejam feitos. “Isto não é uma burocracia, ou uma exigência legal, isto faz parte do processo científico que visa a produzir medicamentos verdadeiramente eficazes”, disse Ades. “A fosfoetanolamina não é, atualmente, uma opção de tratamento contra o câncer”, concluiu.

O assunto também chegou ao governo. Uma paciente de câncer abordou o governador Geraldo Alckmin durante visita ao interior pedindo para que liberasse a substância. Nas redes sociais, advogados se colocam à disposição de quem deseja pedir uma liminar.

O Tribunal de Justiça de São Paulo havia suspendido as liminares favoráveis à retirada da substância, a pedido da USP, mas depois liberou a distribuição, pois um paciente derrubou o veto no Supremo. O Estado procurou o Ministério Público Estadual, que informou não ter nenhum processo sobre o caso.

fonte:  http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/usp-vai-entregar-pa-lula-contra-ca-ncer-pelo-correio/327373

Reconstrução músculo articular: tratamento para hérnia de disco

O estágio inicial da hérnia de disco está presente na coluna de quase 65% da população adulta brasileira

Alini Brito
Fisioterapeuta e Educadora Física •

Carregar bolsas ou mochilas pesadas, postura errada, não se acomodar na cadeira, dirigir muito, ter sobrepeso ou levar uma vida sedentária. Se você se encaixa em uma (ou mais) dessas situações, você provavelmente sofre com dores na coluna, que se não forem tratadas corretamente, podem se acentuar e evoluir para doenças mais graves. A coluna vertebral é composta por vértebras, discos intervertebrais, nervos, músculos, medula e ligamentos. É nesse conjunto que acontece a maior parte das disfunções que causam dores nas costas. Entre elas, a hérnia de disco, cujo estágio inicial está presente na coluna de quase 65% da população adulta brasileira.

O que de fato é a hérnia de disco


As vértebras da nossa coluna estão unidas por articulações chamadas de discos intervertebrais, que são constituídos de material fibroso e gelatinoso e desempenham a função semelhante a de um amortecedor, dando mobilidade para locomoção (caminhar), movimentos de impacto (corrida e salto). A hérnia de disco ocorre quando parte do disco, em geral os das vértebras cervical, dorsal ou lombar, escorrega para trás ou para o lado da coluna, comprimindo o nervo, daí a causa das dores. No entanto, essa dor é bem característica, o sintoma clássico é a dor irradiada para os membros inferiores. Primeiro, a dor vem associada à região lombar, depois vai atingindo as pernas, os pés, ocasionando fraqueza muscular e formigamento.
O estágio inicial da hérnia de disco está presente na coluna de quase 65% da população adulta brasileira

O surgimento de uma hérnia de disco está relacionado às sobrecargas compressivas no disco intervertebral, causadas por uma série de fatores como má postura, desvio da coluna, instabilidade articular da vértebra, sobrepeso, esforço repetitivo e fraqueza muscular. Alguns estudos apontam que pré-disposição genética é um fator significativo para o aparecimento do problema. Em geral, o quadro clínico aparecer entre 25 e 50 anos de idade, mas, às vezes, as manifestações de dor não aparecem logo de início. Essa demora na descoberta do problema pode dificultar o tratamento.

Tratamentos comuns

Na maioria das vezes, a hérnia de disco é tratada com medicamentos para reduzir a dor. Outros procedimentos são a fisioterapia postural e manipulativa, hidroterapia e eletrotermoterapia. Porém, casos mais sérios, como quando a dor estar associada a fraqueza de membros, ou a incotinencia urinaria, necessitam de cirurgia. Mas, como todo processo cirúrgico, ele provoca chateações e preocupações nos pacientes, por causa dos riscos de lesão neurológica ou de uma infecção.

Novo tratamento (RMA)

Desenvolvido nos Estados Unidos e presente em 25 países, o equipamento de descompressão e tração - trazido ao Brasil é novidade em tratamentos para a hérnia de disco.

O método funciona assim: uma cinta acoplada à máquina é colocada no paciente, proporcionado uma tração na região da hérnia. O paciente permanece deitado durante o trabalho de descompressão. O fisioterapeuta vai identificar o disco lesado e programar a máquina para efetuar a tração na medida e no local. O equipamento aplica exatamente a tensão necessária para a abertura entre uma vértebra e outra sem submeter a área ao risco de lesão.

Com o novo método, a possibilidade de que o descolamento do disco intervertebral seja amenizado é maior do que nos tratamentos convencionais, pois a descompressão é realizada diretamente no disco afetado. Os demais tratamentos costumam tratar a hérnia indiretamente. Mesmo que esta amenização não ocorra, o paciente, em geral, tem melhora completa das dores na região afetada.

O tratamento completo é feito no período de seis semanas, divididas em 22 sessões de uma hora de duração.O objetivo da reconstrução músculo articular (RMA) é ganhar mobilidade, articular,conscientizar o paciente sobre a curvatura fisiológica da coluna vertebral, descomprimir e estabilizar a mesma.

A primeira parte de cada sessão é usada para realização de terapia manual com objetivo de tirar tensões musculares e diminuir aderências ligamentares, a segunda etapa e para ganho de mobilidade e  para descompressão do disco onde temos o auxilio das maquinas de tração e descompressão  e nos  minutos finais o tratamento é voltado para a realizaçáo de atividades de fortalecimento e estabilização  para que a reincidiva da lesáo seja evitada. Os testes feitos por pesquisadores norte-americanos apontaram que após seis semanas de tratamento as chances de o paciente necessitar de cirurgia de coluna são reduzidas em 80%.Mais informações no www.herniadedisco.com.br.

Restrições

O método não é recomendado para pessoas que tenham osteoporose severa, pacientes com suspeita de fratura de bacia, comprometimento intra-abdominal e pessoas que tenham instabilidade articular severa.

Mais dicas entrar no site: www.herniadedisco.com.br

1 - A hérnia de disco ocorre quando parte do disco, em geral os das vértebras cervical, dorsal ou lombar, escorrega para trás ou para o lado da coluna, comprimindo o nervo, daí a causa das dores.
2 - Na maioria das vezes, a hérnia de disco é tratada com medicamentos,fisioterapia postural e manipulativa, hidroterapia e eletrotermoterapia.
3 – O equipamento de descompressão e tração - trazido ao Brasil é novidade em tratamentos para a hérnia de disco.
4 - O equipamento aplica exatamente a tensão necessária para a abertura entre uma vértebra e outra sem submeter a área ao risco de lesão.
5 - Os testes apontaram que após seis semanas de tratamento as chances de o paciente necessitar de cirurgia de coluna são reduzidas em 80%.
fonte:  Dúvidas no site www.itcvertebral.com.br

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Dia do Professor(a) - HOMENAGEM

Dia 15 de outubro - Dia do Professor
Parabenizo todos os professores e professoras, meus colegas, incansáveis na luta contra tudo e todos que querem o MAL para o Brasil. Sim...porque ser professor(a) é amar o seu próximo incondicionalmente. É ser o ÚNICO profissional capaz de construir a ponte entre a ignorância e o saber, entre o atraso e o progresso, entre a violência e a paz, entre a doença e a saúde, entre o desemprego e o emprego, entre a prisão e a liberdade, entre a morte e a vida. Inclusive ensinando a todos como conduzir-se durante a sua travessia. Não valorizar e não oferecer reconhecimento ao professor é, portanto, ficar preso a uma margem do rio, enquanto se observa a correnteza levar lentamente a esperança, o ânimo, a vitalidade, a vivacidade e o progresso.
                                                                               (Prof Renier Luiz)

15 de outubro...para quem educa:

BENEMÉRITO

Sou professor,
Não sou sofredor,
Sou formador
de cidadãos e cidadãs,
Promovo o amor, a paz,
o desenvolvimento do meu país.
Hoje, sou também Salvador de vidas,
Sou defensor da igualdade social,
da democracia, da inclusão.
Sou colaborador da Cultura.
Não ensino somente a ler,
contar e escrever,
Ensino a viver.

   (PROF. RENIER LUIZ)

sábado, 10 de outubro de 2015

Movimentos sociais se unem na frente Povo Sem Medo e convocam protesto para 8 de novembro


A noite desta quinta-feira (8) foi marcada pelo encontro de 27 diferentes movimentos sociais e sindicais em São Paulo, que em solenidade lançaram oficialmente a frente Povo Sem Medo. Idealizada pelo coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, a iniciativa se apresentou como uma reação independente à ascensão do conservadorismo e à retirada de direitos que vêm acontecendo desde 2014.
Depois de uma homenagem aos 48 anos da morte de Che Guevara, assassinado pelo governo boliviano em 1967, o coletivo compôs uma mesa que contou, para além da presença de dezenas de líderes civis, com a subscrição de mais de uma centena de intelectuais e artistas brasileiros, entre eles Gregório Duvivier, Frei Betto, Juca Kfouri, Leonardo Sakamoto, Laerte e Tico Santa Cruz.
A CTB esteve presente na cerimônia, representada pelo presidente Adilson Araújo, que fez seu discurso em torno da necessidade de defender a ordem democrática. “Nesse momento de crise, o espectro do autoritarismo começa a rondar o nosso continente. É sob o olhar de Che Guevara que nós precisamos ter a sapiência de enxergar a guinada que esta sendo armada na Venezuela, na Argentina, no Chile, no Equador, e sobretudo no Brasil. Eu diria que um povo sem medo é aquele que sabe enxergar o valor da democracia, que faz o que for preciso em nome da própria soberania!”, exclamou Araújo, sob aplausos dos presentes.

povo sem medo adilsonBoulos, por outro lado, dedicou boa parte de sua fala para criticar a direção que o governo federal tem adotado na sua política econômica. "Esse ajuste fiscal imposto pelo ministro Levy e aceito pela presidente Dilma Rousseff coloca na costa dos trabalhadores e dos pobres a conta dessa crise, que foi criada pelos ricos", acusou. "Os cortes nos investimentos sociais e nos direitos dos trabalhadores, na educação pública, a suspensão dos concursos, tudo isso é parte da chamada 'Agenda Brasil'. Enquanto isso, cresce a riqueza dos 1% mais ricos, e seus patrimônios seguem sem nenhuma taxação. Somos nós que estamos pagando a conta!", concluiu. A presidente da UNE, Carina Vitral, fez críticas no mesmo sentido.
Todos os líderes disseram ver na criação do coletivo Povo Sem Medo uma ferramenta de diálogo e articulação das diferentes vertentes da sociedade civil organizada, que precisa estar de prontidão para denunciar e enfrentar as investidas reacionárias.
Ao final, ficou definido que a primeira mobilização de rua coletivo será realizada no dia 8 de novembro. Os detalhes da mobilização serão disponibilizados, conforme forem definidos, na página da Frente Povo Sem Medo e no perfil do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.
Por Renato Bazan- Portal CTB

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Conheça os super-ricos e saiba como você financia a fortuna deles

Os super-ricos brasileiros.Os ricos do Brasil são muito mais ricos do que você imagina. São super-ricos. E ficam mais e mais ricos a cada dia que passa. Existem duas razões principais para isso. Os impostos da classe média e dos pobres vão para o bolso dos ricos. E os ricos pagam menos imposto que a classe média e os pobres.

Por André Forastieri, em seu blog no R7 Só agora a gente está entendendo quem são os super-ricos do Brasil. A análise tradicional, feita com as pesquisas do IBGE, não dão conta da realidade. Um novo estudo realizado pelos economistas Rodrigo Orair e Sérgio Gobetti, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), chega mais perto. Eles analisaram os dados das declarações de imposto de renda das pessoas físicas. As conclusões são chocantes.

Segundo o IBGE, a renda média do 1% mais rico do país foi de R$ 214 mil em 2012. Mas segundo o estudo do Ipea, a renda anual do 1% mais rico é aproximadamente R$ 575 mil. Explicação: o IBGE não capta toda a renda das pessoas mais ricas, que tem muitas rendas provenientes do capital (como aplicações financeiras, aluguéis, lucros e dividendos).

R$ 575 mil já é uma boa grana: mais de R$ 40 mil por mês. Mas esses 1% ainda não são a elite. Os super-ricos do Brasil ganham acima de 160 salários mínimos por mês. São 0,05% da população economicamente ativa.

Os super-ricos brasileiros possuem um patrimônio de R$ 1,2 trilhão. Isso é 22,7% de toda a riqueza declarada por todos os contribuintes do Brasil. Essas 71.440 pessoas têm renda anual média de R$ 4.17 milhões, uns R$ 350 mil por mês. Tiveram em 2013, ano analisado pela pesquisa, um rendimento conjunto de R$ 298 bilhões.
E em 2015? Não sabemos, mas é seguro dizer que estão bem mais ricos que em 2015. Quem tem muito capital investe e recebe rendimentos financeiros enormes. Os juros no Brasil são sempre muito altos, mas agora estão estratosféricos. Trabalhar não tem nada a ver com a fortuna crescente dessa turma. Neste nível de renda, trabalha quem quer, não porque precisa.
Qual o negócio mais lucrativo e seguro do Brasil? Emprestar dinheiro para o governo. No Brasil, como na maioria dos países, as contas públicas não fecham no final do ano. Se você tem muita grana, não precisa de criatividade para enriquecer mais e mais. Basta comprar títulos públicos do governo, que paga juros altíssimos para financiar sua dívida. E de onde vem esse dinheiro para pagar os juros? Do Tesouro Nacional, dos impostos que todos os brasileiros pagam.
Mas alguns pagam mais que outros. O detalhe mais cruel sobre a desigualdade brasileira está aí. Os super-ricos brasileiros, esses que ganham mais de 160 salários mínimos por mês, pagam só 6,51% de sua renda de imposto de renda. Você leu certo. Um assalariado que ganhe R$ 5 mil por mês paga 27,5% de imposto de renda. A elite paga 6,51%, como demonstra o estudo do IPEA.
 

Como isso é possível? É que 65,8% da renda total desses super-ricos são rendimentos considerados isentos e não-tributáveis pela legislação brasileira. É o caso dos dividendos e lucros. Na prática, o imposto de renda aqui só é progressivo do pobre até a classe média, que é justamente a fatia da população que mais paga imposto de renda. É uma receita perfeita para aumentar cada vez mais a desigualdade social no Brasil. É garantia de injustiça, ignorância, violência. E até de atraso em outros campos. Se fala muito que o Brasil tem pouca inovação tecnológica, mas quem vai arriscar capital investindo em inovação, se você pode faturar com juros altos e não pagar quase nada de imposto?

Essa bizarria cruel é criação brasileira. Todos os países decentes, sejam ricos ou emergentes, tributam todos os rendimentos das pessoas físicas. Não interessa se a renda do salário, de aluguel ou de dividendos. É o justo. É o mais eficiente para o bom funcionamento dos países.

O estudo do Ipea não captura com precisão absoluta a pirâmidade social brasileira. Não dá conta de dinheiro escamoteado, de caixa 2 ou remessas enviadas ao exterior. Mas já dá uma noção do tamanho do escândalo. Agora, como é focado no Imposto de Renda, não leva em consideração outra grande injustiça do nosso sistema tributário, que são os impostos indiretos.

Os super-ricos pagam o mesmo imposto sobre produtos que você, eu ou a vovó que recebe Bolsa Família. Pagam o mesmo imposto pelo arroz, o café, o remédio, o fogão. Isso significa que proporcionalmente o pobre paga muito mais imposto a classe média. E infinitamente mais que a elite.

Os super-ricos não são os vilões dessa história. As regras estão aí para beneficiá-los. Não é ilegal. Certamente há na elite gente que topa abrir mão de suas vantagens, em benefício de quem mais precisa... Mas, como era de se esperar, existem super-ricos que atuam diretamente para que esse estado de coisas continue exatamente assim: juros altíssimos e taxação mínima. Basta isso para os donos do capital ficarem mais e mais ricos a cada ano que passa, sem trabalho, sem esforço, sem contribuir para o país.
Os super-ricos têm muito poder. Influenciam muito no debate político e econômico. Abundam na imprensa argumentos a favor de que as coisas se mantenham como são. E são super-ricos os financiadores das campanhas da maioria dos políticos, claro.
A recessão radicaliza a injustiça. Penaliza o trabalhador e o empreendedor, o importador e o exportador, o estudante e o aposentado. Esta recessão não veio do espaço sideral. Foram tomadas decisões erradas no passado? Claro, muitas, desde 1500. Mas não dá para mudar o passado. O futuro felizmente está ao nosso alcance.
Esse ano e os próximos serão muito difíceis. O cenário internacional é hostil. O cobertor está curto. É imoral e improdutivo continuar enriquecendo 0,5% com o dinheiro dos impostos dos 99,5%. Enfrentar os privilégios dos super-ricos é a pauta política e econômica fundamental de 2015 e dos próximos anos. O resto é resto.

fonte:  http://www.vermelho.org.br/noticia/270959-2

Das eleições 2016 - Natal:

Eleições para a prefeitura de Natal : a novidade de George Câmara

*Por Wellington Duarte



E o PCdoB resolveu dar as caras. E deu com qualidade. Fala-se que o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) lançará a pré-candidatura do atual secretário estadual de Esportes, George Câmara, à prefeitura de Natal, nas eleições do próximo ano.

A candidatura de George Câmara pode representar uma novidade posto que ninguém pode questionar a capacidade política de George Câmara que, na sua trajetória como militante, sindicalista, advogado, vereador e membro do governo estadual, tem demonstrado firmeza quando se trata de defender os interesses das camadas mais pobres da população, sempre defendendo a implementação de políticas públicas para diminuírem o impacto do desenvolvimento capitalista nesses segmentos.

George Câmara se qualifica não apenas como um bom político, num cenário aterrador da “politicanalhice” tradicional do RN, mas como uma pessoa que há mais de quinze anos vem defendendo a concretização de uma política que fortaleça a Região Metropolitana de Natal e que o desenvolvimento urbano se dê levando em consideração os interesses da comunidade.

Mas George não é apenas um “técnico”, mas um político que nunca mudou de partido, que sempre esteve na linha de frente da luta política e que, por isso mesmo qualificou-se quanto à sua capacidade de construir o consenso, tornando-se uma pessoa com fácil trânsito entre os vários partidos.

A candidatura de George Câmara, se concretizada, pode ser a chance que Natal tem começar a transição para uma cidade mais democrática e mais preparada para enfrentar os desafios do futuro.

Se Natal quer realmente mudar, comece a olhar a candidatura de George Câmara como algo que merece ponderação e atenção.

*Wellington Duarte é Professor do Departamento de Economia da UFRN, Doutor em Ciência Politica pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da UFRN, Presidente do ADURN-SINDICATO, membro do Diretório Estadual do PCdoB
fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/271059-104

Reforma ministerial: Dilma cria o ministério das Mulheres. Conheça os novos nomes

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (5), em discurso durante cerimônia de posse de novos ministros, que a nova composição do ministério dará “mais equilíbrio” à coalizão de governo. Na última sexta-feira, Dilma anunciou uma reforma que reduziu de 39 para 31 o número de ministérios, aumentou o poder do PMDB (passou de seis para sete ministérios, incluindo o da Saúde) e diminuiu o do PT (de 13 para 9 pastas). Outros sete partidos detêm ministérios no governo Dilma: PTB, PR, PSD, PDT, PCdoB, PRB e PP (um cada).
“Queremos garantir mais equilibrio à coalizão que me elegeu e deve governar comigo”, afirmou Dilma na cerimônia.
O principal objetivo da reforma foi assegurar a governabilidade, com a formação de uma nova base de apoio partidário no Congresso, a fim de o governo obter maioria parlamentar, evitar as derrotas que vinha sofrendo e conseguir a aprovação das matérias de seu interesse na Câmara e no Senado.
Ministros empossados
Veja abaixo os ministros que tomaram posse nesta segunda-feira no Palácio do Planalto:
– Casa Civil: Jaques Wagner (PT)
– Ciência e Tecnologia: Celso Pansera (PMDB)
– Comunicações: André Figueiredo (PDT)
– Defesa: Aldo Rebelo (PCdoB)
– Educação: Aloizio Mercadante (PT)
– Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos: Nilma Lino Gomes (sem partido)
– Portos: Helder Barbalho (PMDB)
– Saúde: Marcelo Castro (PMDB)
– Secretaria de Governo: Ricardo Berzoini (PT)
– Trabalho e Previdência: Miguel Rossetto (PT)
Gafe do cerimonial
Logo no início da cerimônia, Dilma corrigiu o cerimonial do Palácio do Planalto por ter errado o nome do novo Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, formado a partir de três secretarias.
A ordem das palavras foi invertida, deixando a palavra “Mulheres” ao final, e Dilma chamou a atenção. “As mulheres vão entender por que vou insistir. É Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos”, disse, sob aplausos.
 fonte: G1

domingo, 4 de outubro de 2015

em Lajes, novo Conselho Tutelar

ELEITOS PARA CONSELHEIROS TUTELAR DE LAJES

1. Veluzia 355
2. Alexandre 343
3. Genilda 197

4. Mary França 182
5. Cida 178

6. Sandra Valemtim 175
7. Victor Polanski 172
8. Joyce 153
9. Ana Patrícia 133
10. Madson 117
11. Sidionara 55

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

EDUCAÇÃO

Desinteresse cresce e faltam 170 mil professores na educação básica do país

Publicado em Quinta, 20 Agosto 2015 16:02
20150819235152865184oFoto: Cristina Horta /EM / D.A. Press
Baixo prestígio profissional, salários pouco atrativos e problemas sociais nas salas estão entre os fatores que tornam a docência menos atraente. Especialista estima que a reversão do quadro leve 20 anos.
Baixos salários, falta de progressão na carreira e reflexos de problemas sociais dentro da escola tornam pouco atrativa uma profissão essencial para o desenvolvimento do país: a de professor. A última estimativa divulgada pelo Ministério da Educação (MEC) dá conta de que faltem 170 mil docentes nos níveis fundamental e médio no país. Porém, mesmo quando estão nas salas de aula, muitos deles não têm a qualificação necessária para a formação dos estudantes. Em Minas, cerca de 29 mil professores não têm licenciatura, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Educação. Nas universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e de Ouro Preto (Ufop), parte das vagas ociosas decorre do baixo interesse pelos cursos de licenciatura, que formam docentes, principalmente na área de exatas, para disciplinas como matemática, física e química. E recuperar esse tempo perdido pode levar décadas.
Especialistas alertam que não só os baixos salários tornam a docência menos atraente. Além da remuneração, faltam planos de carreira e ainda é preciso lidar com questões como desagregação familiar e agressões em sala de aula, que extrapolam o âmbito da educação. “Vemos um crescente desinteresse pelas áreas de licenciatura e pedagogia. Paga-se mal e as condições são péssimas. Por isso, as pessoas vão para outras carreiras”, diz Fernando Kutova, professor e diretor da Conexa Eventos, empresa especializada na formação de professores da educação básica.
O especialista alerta para a gravidade do problema. “Não teríamos médicos, advogados, sem professor da educação básica. Mas esse profissional vem perdendo o status que tinha”, afirma. Segundo ele, o governo federal deveria fomentar um plano de carreira que pudesse atrair profissionais. Mas não é uma solução de curto prazo. O processo para reverter o quadro levará pelo menos 20 anos, pelos cálculos do especialista. “No Brasil, educação é um problema social. Como se vai conseguir que o professor se interesse, diante dos baixos salários? Soma-se a isso o fato de que os alunos enfrentam diversos problemas sociais. Não adianta apenas falar que o salário vai dobrar”, diz.
Fernando conta como Cingapura, na Ásia, conseguiu melhorar a educação a partir da valorização do docente da educação básica. Houve um aumento na procura pelos cursos de licenciatura depois que o país instituiu um programa de trainee. Os professores faziam uma prova para entrar no projeto e, depois de um ano, o desempenho era medido a partir do aprendizado dos alunos. “Se o educador passasse nessa prova, estaria habilitado a entrar em uma instituição pública. Se, em um ano, os alunos tivessem um nível de proficiência mais elevado, o educador então passaria a fazer parte da categoria e teria salários equiparados aos profissionais liberais”, diz.
DESPRESTÍGIO Na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), a ociosidade de vagas chega a 10%, tendo o desinteresse pelos cursos de licenciatura como uma das causas. “A universidade faz o seu papel, no sentido de mostrar e divulgar os cursos. Mas a carreira de professor ainda é pouco reconhecida. Não tem o destaque que deveria em termos salariais e de prestígio”, pontua o pró-reitor de Graduação, Marcílio Sousa da Rocha Freitas. A universidade oferece 14 cursos de licenciatura.
A falta de professores no ensino básico faz com que muitos profissionais tenham que se desdobrar em mais de duas escolas. É o caso da professora Lídia Gonçalves Soares, de 50 anos, que trabalha nas redes públicas de Belo Horizonte e Contagem, na região metropolitana. Ela lembra que, devido à falta de educadores, até o ano passado não era possível manter o horário de planejamento de aulas. Agora, ela comemora o fato de ter tempo para preparar conteúdo e se capacitar. “Tivemos avanços. Hoje temos bons livros didáticos, a escola em que trabalho tem boa infraestrutura, mas nós, professores da educação básica, não somos reconhecidos. Ainda somos pouco valorizados”, diz.
A PUC Minas oferece 30 bolsas integrais para cada um dos cursos de licenciatura em 10 áreas. Desde o segundo semestre de 2013, foram realocadas, como incentivo, 30 bolsas integrais (de 100%) via ProUni para cada uma das graduações para educadores em física, geografia, história, letras, matemática e pedagogia. “Oferecemos 60 vagas por entrada, então as bolsas cobrem a metade delas”, afirma a diretora do Instituto de Ciências Humanas, Carla Ferretti. Em sua avaliação, desde 2013, quando o governo federal lançou programa para valorização dos professores, houve melhora no quadro, mas ainda há pouco interesse pela área. “É um processo. Ainda vivemos esse quadro, mas com perspectiva de reversão. Senão, a educação no país vai para o fundo do poço”, avalia. Em 2013, diante do baixo interesse pelos cursos de formação de professores, a PUC iniciou programa para torná-los mais atrativos. “Conseguimos reverter a demanda muito baixa que tínhamos. O número de alunos cresceu, mas os cursos não estão plenamente ocupados.”
A coordenadora do curso de letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sueli Coelho, afirmou que há muito interesse pelos cursos de línguas, que permitem que o professor lecione tanto na educação básica quanto em cursos livres de escolas de idiomas. O governo federal implementa, desde 2009, o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). Neste ano, 51 mil professores frequentam os cursos e 12 mil se formaram.
O idealismo que move carreiras
Apesar dos salários baixos, da falta de planos de carreira e de reconhecimento, há estudantes que não abandonam o sonho com a docência. É o caso dos alunos do ensino médio Helena Arcanjo Tonelli Reis e Guilherme Rodrigues Otoni Alcântara, do Colégio Padre Eustáquio, ambos de 17 anos. Guilherme pretende ser professor de história, e Helena, de português. “Tenho o compromisso com a educação de outras pessoas. Todo mundo precisa passar por um professor para se formar. Só teremos um país melhor com investimento em educação”, diz Helena.
Ela se espelha no professor de redação Adélcio Ferreira Dias. “É o professor que eu gostaria de ser. Ensina coisas que vou levar para o resto da vida.” Outras referências são a avó, Maria da Conceição, que cursou magistério, e a mãe, Cynthia Arcanjo, que, embora engenheira, atuou como professora de física. “A questão salarial não me preocupa. É um problema real, mas o dinheiro não é o mais importante. O que adianta fazer algo que torna a pessoa rica, mas infeliz?”
Guilherme lembra que os cursos de licenciatura não são tão valorizados devido ao fato de que os professores não costumam ser bem remunerados. “Teoricamente, curso bom é o que dá dinheiro. Mas não é o fator mais importante. Se você está feliz com sua profissão, o dinheiro vem, aumentam a chances de ser bem-sucedido”, avalia o jovem. “Para mim, ser professor é ensinar para o aluno como vai ser o futuro. É muito mais importante do que ensinar conteúdo. É ensinar cidadania.”
(Estado de Minas, 20/08/2015)

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